olá gente.
estou em outro blog, o sitcontent, com algumas amigas. mas não vou deixar de postar textos exclusivos aqui, e postarei todos os meus textos que forem publicados lá.
~
Tarde de domingo. O mundo para. O sol amarelado do inverno atinge a superfície da Terra. Na cidade, a vida e os carros silenciam. O silêncio belo do tédio. [...] Um suspiro.
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
high flying bird
end of the afternoon. the bird is crazy for its first fly.
the sun is setting. the bird goes to the window. stares at the pink clouds and pale blue sky.
presses its hands to the grid until they bleed, but nothing happens.
all the bird wants is to reach the sky. but the sky is unreachable. and while the blood goes down to its arms and slowly drips to the ground and it gets filled with pain, it's still staring at the clouds and the sky. the bird's wings were useless.
or were they just being reprimanded for all this time?
the sun is setting. the bird goes to the window. stares at the pink clouds and pale blue sky.
presses its hands to the grid until they bleed, but nothing happens.
all the bird wants is to reach the sky. but the sky is unreachable. and while the blood goes down to its arms and slowly drips to the ground and it gets filled with pain, it's still staring at the clouds and the sky. the bird's wings were useless.
or were they just being reprimanded for all this time?
Everything was moving.
I could see nothing, life was just a blur.
I looked at the sky, and saw a star. Not the biggest one, not the brightest one. Just another star.
My vision started to fade, my eyes were closing. For the last time, they were closing. And I wouldn't have to feel pain anymore.
Oh, how I wish that was true.
I could see nothing, life was just a blur.
I looked at the sky, and saw a star. Not the biggest one, not the brightest one. Just another star.
My vision started to fade, my eyes were closing. For the last time, they were closing. And I wouldn't have to feel pain anymore.
Oh, how I wish that was true.
terça-feira, 18 de outubro de 2011
the unreal reality
I am no one. I belong to no one.
I have no real feelings. Everything is fake.
I tell fairytales to myself. Where I rule. I am no one, I am everyone, nothing exists.
Living on a lie, that’s what it is about. Reality is just a dream. I live in another universe.
Ice cold fingers slide through the cold edge of the knife. The fingers are colder. There are no real feelings.
Everything is filled with a thick layer of cold fog. Everything is false. Nothing exists. Only I exist. Colder than ice.
I don’t exist.
Cold as fire.
I have no real feelings.
I have no real feelings. Everything is fake.
I tell fairytales to myself. Where I rule. I am no one, I am everyone, nothing exists.
Living on a lie, that’s what it is about. Reality is just a dream. I live in another universe.
Ice cold fingers slide through the cold edge of the knife. The fingers are colder. There are no real feelings.
Everything is filled with a thick layer of cold fog. Everything is false. Nothing exists. Only I exist. Colder than ice.
I don’t exist.
Cold as fire.
I have no real feelings.
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Sinstesia parte II
Céu azul. Nem um nuvem sequer. Estou sentada na beira da janela. Mas não é perigoso? É. Mas um amigo me ensinou que quem não arrisca não petisca.
O ar está dum frio sutilmente congelante, mas leve. Não há vento algum.
Se eu tenho medo? Tenho.
Enxergo tudo, mas não vejo nada. São só mais linhas e cores.
Minha mente vaga numa dimensão muito distante e desconhecida. Mas não hei de conhecê-la, não me fará diferença.
Minha música preferida ao fundo. É o único som que chega até mim.
Mas não seria aquela outra, mais romântica? Que te traz aquelas lembranças daqueles tempos? Era. Não é mais. Esta outra me traz lembranças, sim, mas de outros tempos. Novos tempos. Lembranças que um dia existirão.
Não é uma coisa estranha, a sinestesia?
O ar está dum frio sutilmente congelante, mas leve. Não há vento algum.
Se eu tenho medo? Tenho.
Enxergo tudo, mas não vejo nada. São só mais linhas e cores.
Minha mente vaga numa dimensão muito distante e desconhecida. Mas não hei de conhecê-la, não me fará diferença.
Minha música preferida ao fundo. É o único som que chega até mim.
Mas não seria aquela outra, mais romântica? Que te traz aquelas lembranças daqueles tempos? Era. Não é mais. Esta outra me traz lembranças, sim, mas de outros tempos. Novos tempos. Lembranças que um dia existirão.
Não é uma coisa estranha, a sinestesia?
terça-feira, 13 de setembro de 2011
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
tardes de domingo
Eu estive enrolando muito para escrever esse texto, desculpem a demora, mas faltava um pouco de ânimo e insipração. Então, aqui vai.
Tarde de domingo. O mundo para. O sol amarelado do inverno atinge a superfície da Terra. Na cidade, a vida e os carros silenciam. O silêncio belo do tédio. Na fazenda, a vida já monótona entra em verdadeira pausa. O mundo se reúne em azul, roxo, amarelo e rosa salmão.
Um suspiro.
Tardes de domingo são para serem passadas sozinha. Um vestido solto, um chá ou uma limonada, um papel amarelado e uma caneta-tinteiro. Não há som, que não o roçar da caneta no papel e o piar dos passarinhos.
Outro suspiro.
A vida inteira se resume nessa Era de Ouro, nessa utopia.
A luz de inverno me ilumina. Nada importa, nada dói, não existe mais ninguém.
Só a tarde de domingo, e a beleza simples da solidão.
Um suspiro.
Tardes de domingo são para serem passadas sozinha. Um vestido solto, um chá ou uma limonada, um papel amarelado e uma caneta-tinteiro. Não há som, que não o roçar da caneta no papel e o piar dos passarinhos.
Outro suspiro.
A vida inteira se resume nessa Era de Ouro, nessa utopia.
A luz de inverno me ilumina. Nada importa, nada dói, não existe mais ninguém.
Só a tarde de domingo, e a beleza simples da solidão.
terça-feira, 23 de agosto de 2011
A grama do vizinho é, sempre, mais verde.
Outro dia me deparei com uma amiga dizendo que, se fosse tão bonita quanto eu, não estaria mais naquela situação (mas essa situação é outra história). Isso me intrigou: eu sou tão bonita assim? Pessoalmente, eu nunca me achei bonita, sempre tive ma aparência normal, dentro da média. Um tempo depois, outra amiga vem me dizer que eu tenho a personalidade dos sonhos: sou extremamente geek e sempre saio com amigos, sou nerd mas tenho uma vida social grande. Novamente, eu discordo: sou só mais um paradoxo de personalidades no mundo e minha vida é ridiculamente sem graça.
Eu, que sempre quis ser como outras pessoas, que nunca aceitei a mim mesma por completo. Eu, que sempre quis ter o corpo daquela, a inteligência dele, a vida social daquelas meninas, os pais que eles têm.
Numa noite qualquer eu olhava para as estrelas de dentro do carro. Eram poucas as que eu podia ver, nada comparado ao céu das cidades do interior que ilumina tudo por si só. Estrelas da cidade, apagadas, difíceis de ver. Pensei: "Como eu queria ter um céu estrelado aqui." E finalmente percebi o que há tempos já sabia: ninguém quer a vida que tem, logo, ninguém tem a vida que quer. Cada um tem sua própria utopia de como tudo deve ser.
Mas o tempo não para, a vida continua, nem todos os desejos viram realidade e a grama do vizinho continua mais verde.
Frase notável: When you remember something, it's because you really like it.
Eu, que sempre quis ser como outras pessoas, que nunca aceitei a mim mesma por completo. Eu, que sempre quis ter o corpo daquela, a inteligência dele, a vida social daquelas meninas, os pais que eles têm.
Numa noite qualquer eu olhava para as estrelas de dentro do carro. Eram poucas as que eu podia ver, nada comparado ao céu das cidades do interior que ilumina tudo por si só. Estrelas da cidade, apagadas, difíceis de ver. Pensei: "Como eu queria ter um céu estrelado aqui." E finalmente percebi o que há tempos já sabia: ninguém quer a vida que tem, logo, ninguém tem a vida que quer. Cada um tem sua própria utopia de como tudo deve ser.
Mas o tempo não para, a vida continua, nem todos os desejos viram realidade e a grama do vizinho continua mais verde.
Frase notável: When you remember something, it's because you really like it.
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
Momentos-relâmpago.
O que nada mais vê. Sensações únicas, aquelas que sabemos que nunca mais vão se repetir. Breves segundos que valem por uma vida inteira. Tudo para, ou tudo se move. Por um segundo a respiração pára. A realidade chega de repente. Tudo volta ao normal. Vem a pergunta: “O que aconteceu?” Mas ninguém sabe. Ninguém nunca vai saber. Ou vai?
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
Só mais um passado distante
Eu e minha memória excessivamente detalhada. Para a maioria das pessoas, as memórias são vislumbres do essencial de momentos passados, creio eu. Posso dizer que já tive uma memória normal. Mas algum dia eu resolvi começar a me lembrar dos detalhes, e me tornei isso. Uma pessoa nostálgica a toda hora. A vida continua, as pessoas perdem coisas, e ficam as lembranças.
Esse é um dos meus primeiros textos, então lembre-se que não sou nenhuma Clarice Lispector da vida e não escrevo tão bem quanto. Ainda.
Esse é um dos meus primeiros textos, então lembre-se que não sou nenhuma Clarice Lispector da vida e não escrevo tão bem quanto. Ainda.
Lembranças. Promessas nuncas compridas. Num passado distante, onde trocávamos olhares e, principalmente, sorrisos. Conversas. Momentos breves, que nunca contamos a ninguém. Segredos. Confissões. Olhares, sorrisos. Éramos algo único, mas nos distanciamos com uma breve distância.
sábado, 6 de agosto de 2011
Olá
Eu sou a Giovanna. Ou Gih. Ou o que você quiser.
Esse blog é fruto de uma inspiração súbita vinda numa aula de Geografia numa sexta-feira qualquer.
Ele será utilizado para divulgarfutilidades de uma menina de 14 anos textos de minha autoria, comentários e afins.
Então, deliciem-se com as palavras.
G.
Esse blog é fruto de uma inspiração súbita vinda numa aula de Geografia numa sexta-feira qualquer.
Ele será utilizado para divulgar
Então, deliciem-se com as palavras.
G.
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