Tarde de domingo. O mundo para. O sol amarelado do inverno atinge a superfície da Terra. Na cidade, a vida e os carros silenciam. O silêncio belo do tédio. Na fazenda, a vida já monótona entra em verdadeira pausa. O mundo se reúne em azul, roxo, amarelo e rosa salmão.
Um suspiro.
Tardes de domingo são para serem passadas sozinha. Um vestido solto, um chá ou uma limonada, um papel amarelado e uma caneta-tinteiro. Não há som, que não o roçar da caneta no papel e o piar dos passarinhos.
Outro suspiro.
A vida inteira se resume nessa Era de Ouro, nessa utopia.
A luz de inverno me ilumina. Nada importa, nada dói, não existe mais ninguém.
Só a tarde de domingo, e a beleza simples da solidão.
Um suspiro.
Tardes de domingo são para serem passadas sozinha. Um vestido solto, um chá ou uma limonada, um papel amarelado e uma caneta-tinteiro. Não há som, que não o roçar da caneta no papel e o piar dos passarinhos.
Outro suspiro.
A vida inteira se resume nessa Era de Ouro, nessa utopia.
A luz de inverno me ilumina. Nada importa, nada dói, não existe mais ninguém.
Só a tarde de domingo, e a beleza simples da solidão.
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